IESF – Business School

15 07 2010

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30 08 2010
Sérgio Filipe Moreira Gomes

Educação

A educação é a partilha de conhecimentos, uma das ferramentas mais importantes são as bibliotecas. As melhores Universidades Mundiais têm bibliotecas condizentes com a sua dimensão. Com a era digital temos a solução de ter centros de dados que poderíamos transformar em Bibliotecas.
Não temos uma biblioteca condizente com a qualidade do ensino praticado no IESF, mas poderíamos entre todos os alunos adquirir livros digitais e oferece-los à instituição. A escolha deveria partir de um conselho científico, e a contribuição poderia ser efectuada de uma forma tão simples como a de ter um cartão de uma biblioteca em que o custo é um livro. Todos nós adquirimos livros todos os anos, a utilidade da partilha é o conhecimento que pode ser partilhado. Com esta medida conseguimos ter uma biblioteca com muito mais livros e sempre com as versões mais recentes. Nesta sugestão gostaria de incluir os antigos alunos presentes e futuros, a aprendizagem é um processo evolutivo e como tal não fica concluída durante a passagem pelo grau de ensino em que os alunos estão inscritos. Os docentes podem ter um papel muito importante na criação desta biblioteca, não só pela sua contribuição mas também pela inclusão de comentários nas suas escolhas. Esta medida se fosse adoptada no ensino público significaria uma partilha de conhecimento abismal, com custos muito inferiores. Acham que esta medida iria contribuir para a melhoria das bilbliotecas?

27 10 2010
Victor Ferreira - Aluno de MBA

Os MBA em Portugal ganham terreno lá fora

Os MBA em Portugal atingiram a maioridade. Com 18 anos de existência,
eles já são reconhecidos internacionalmente entre os melhores da Europa. Quatro coordenadores de alguns MBA de referência em Portugal explicam-nos como é que têm vindo a conquistar esse prestígio nacional e internacional

Os MBA portugueses já dão que falar internacionalmente e o reconhecimento da sua qualidade no estrangeiro é notícia. No último ranking das melhores escolas de Economia e Gestão da Europa, publicado pela revista Der Spiegel, a Universidade Nova de Lisboa não deixou o seu crédito por mãos alheias e conquistou o brilhante nono lugar da tabela.
Esta última instituição foi a grande pioneira dos MBA em Portugal. Criado no ano lectivo de 1980/81, o primeiro programa deste tipo em Portugal não teve seguidores durante oito anos, no final dos quais surgiu o MBA no ISEE (Instituto Superior de Estudos Empresariais), da Universidade do Porto. No início dos anos 90 foram criados os MBA na Católica e, desde então, têm surgido anualmente novos programas em outras universidades.

27 10 2010
Victor Ferreira - Aluno de MBA

“Os MBA portugueses são reconhecidos pelas empresas

O reconhecimento dos MBA por parte das empresas é um dos critérios que os candidatos ponderam na escolha da instituição. Hoje em dia, os MBA em Portugal já não são preteridos a favor de diplomas equivalentes obtidos no estrangeiro. Os três responsáveis actuais pelos primeiros MBA em Portugal acompanharam essa evolução e, neste ponto, são unânimes: a qualidade reconhecida internacionalmente também está no centro da preocupação dos empregadores nacionais.
Manuel Baganha revela o papel pioneiro da Universidade Nova neste processo: «Quando o MBA da Nova arrancou, o conhecimento pela comunidade empresarial das vantagens da contratação de pessoas com esta formação era diminuto. Penso que a qualidade dos nossos alunos foi um factor determinante na divulgação da necessidade de as empresas contratarem MBA, pelo que não creio que seja verdade que as empresas tenham preferência por quadros com MBA no estrangeiro. Não negando que essa situação possa existir, creio que é a excepção e não a regra. Gostaria de salientar que, nos últimos anos, os pedidos de recrutamento [de alunos que concluem o MBA na Nova] excederam o número de alunos em cerca de duas vezes e meia.»
João Borges de Assunção é da mesma opinião: «As empresas portuguesas estão à procura de quadros ambiciosos de elevado potencial. Não creio, por isso, que elas dêem preferência às escolas estrangeiras pelo mero facto de serem estrangeiras. As empresas olham certamente com maior interesse para os alunos oriundos dos 10 ou 20 melhores programas de MBA do mundo. Nos Estados Unidos existe o melhor e o pior em termos de qualidade. Também na Europa, e portanto em Portugal, existem programas de qualidade duvidosa. Só vale a pena ir fazer um MBA no estrangeiro se a qualidade da escola e da formação justificar o investimento pessoal e financeiro.»
Rui Guimarães é mais cauteloso e reconhece que «é natural que as empresas portuguesas dêem preferência aos programas de MBA ministrados por algumas instituições estrangeiras de referência mundial. É ainda admissível que, para escolas nacionais e estrangeiras de idêntica reputação, certas empresas portuguesas, particularmente as que se encontrem envolvidas em processos de internacionalização, valorizem mais a frequência de um MBA no estrangeiro, pela experiência internacional que se pode adquirir». Mas acaba por concluir: «Cada vez mais, as empresas fundamentam as suas escolhas na qualidade dos programas, independentemente de estes serem nacionais ou estrangeiros.» “

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